Se é que existe isso, é ai que eu estou. Buscando esse termo que o mundo todo me doou como felicidade, querendo a capacidade das poucas mentes que seguem na busca de algo maior que eu. É quase fascinante, mas no meio do caminho sempre tem um des, um mas, um talvez.
Mas a busca continua, pela coisa que existe na cabeça deles que estão na minha frente e dos que estão atrás de mim, vamos em sequência transformar o sentido disso.
Engraçado que assim, do nada, alguém que não procurava me encotrou e me perguntou do que eu estava atrás e eu fiquei olhando para ele e pra mim, como se estivesse em um espelho e não respondi, continuei a procurar.
É que quando a gente sabe o que procura, perde-se todo o mistério de buscar por alguma coisa e eu preferi não pensar, não tirar minha graça de questão prioritária. E continuei ali, atrás de uns, seguida por outros que gostam de caçar, não na importância do objeto, mas na singularidade da caça.